Existe um motivo por trás do que você sente, de como se cobra e se coloca nas relações
Ao longo da vida, é comum aprender a se organizar a partir do outro, priorizando o vínculo, a manutenção da relação e o cuidado com quem está ao redor, muitas vezes deixando outras áreas em segundo plano e principalmente a si mesma.
Esse funcionamento costuma fazer parte de um padrão que, em algum momento, foi importante. Talvez tenha ajudado a manter vínculos, evitar conflitos ou garantir pertencimento. Mas, hoje, ele pode ter deixado de funcionar da mesma forma e pode estar te levando para o mesmo lugar, com pessoas diferentes.
Quando o relacionamento passa a ocupar um espaço central, qualquer instabilidade nele começa a impactar seu humor, sua autoestima e a forma como você se percebe, não porque você é “intensa demais”, mas porque existe uma lógica interna que sustenta esse movimento.
Começa na forma como você aprendeu, ao longo da vida, a se posicionar dentro deles:
na dificuldade de identificar e sustentar limites
no medo de desagradar
no medo de ser rejeitada
no medo de ser abandonada
Baixa clareza e segurança para compreender, validar e comunicar o que você sente.
Tendência a se ajustar além do que é saudável, mesmo quando isso te afasta de si mesma.
Permanência em relações que não sustentam suas necessidades emocionais,
Mas ter essa consciência faz com que você desperte a sua potência para além do relacionamento.
A psicoterapia é um espaço para você entender, com mais precisão, como seus padrões se formaram e como operam hoje nas suas relações, nas suas reações e na forma como você se posiciona.
Sem esse nível de compreensão, é comum continuar repetindo dinâmicas conhecidas, mesmo quando você já percebe que elas te fazem mal.
Com o processo, você desenvolve mais autonomia, fortalece sua autoestima, constrói um senso de pertencimento mais sólido e passa a se posicionar com mais clareza, construindo relações mais saudáveis.
Minha atuação é fundamentada principalmente na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na Terapia do Esquema (TE).
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) te ajuda a entender como você interpreta o que vive e como isso influencia o que você sente e a forma como você age. Muitas vezes, reagimos no automático, sem perceber os pensamentos que sustentam nossas emoções. Na TCC, você aprende a identificar esses padrões e desenvolver formas mais claras e saudáveis de lidar com o dia a dia.
A Terapia do Esquema (TE) aprofunda esse trabalho ao investigar padrões mais antigos, construídos principalmente nas primeiras relações com os cuidadores. Esses padrões, chamados de esquemas, foram formas de adaptação, estratégias que fizeram sentido naquele contexto para lidar com o que você viveu. O ponto é que, hoje, eles podem continuar se repetindo mesmo quando já não são mais funcionais.
“O que mais me marcou na terapia com a Bruna foi a forma como ela conduz o processo. Eu nunca me senti direcionada de forma imposta, mas sim acompanhada. Ela vai ajudando a construir entendimento junto comigo, sempre respeitando o meu tempo e a minha forma de ver as coisas.”
“A Terapia do Esquema com a Bru me ajudou a entender coisas que eu já tentava resolver há anos só pela razão. Eu sabia explicar o que acontecia comigo, mas continuava repetindo. Quando começamos a olhar para os esquemas, modos de enfrentamento, eu entendi que existiam partes minhas tentando me proteger do jeito que aprenderam. Isso mudou minha forma de me enxergar. Eu parei de me atacar e passei a me acolher e me tratar com mais autocompaixão e respeito.”
“Eu achava que sabia o que queria, mas percebi na terapia que muitas das minhas escolhas eram feitas para evitar rejeição, conflito ou culpa. Eu tinha dificuldade de reconhecer meus próprios valores e, mais ainda, de ser fiel a eles quando isso desagradava alguém ou me colocava em um lugar de possível rejeição ou abandono. Hoje eu consigo tomar decisões com mais clareza, mesmo quando são desconfortáveis.”
“Minha ansiedade aumentava muito quando eu sentia que podia perder o outro. Eu me adaptava, tentava prever reações e fazia de tudo para evitar conflitos. Com o direcionamento da Bru, fui entendendo que isso vinha de padrões antigos e de uma dificuldade enorme de me sustentar emocionalmente, ate porque eu não sabia fazer isso. Hoje eu ainda sinto medo em alguns momentos, mas não sou mais guiada só por ele. Consigo escolher com mais consciência.”
“Pra mim, um grande diferencial foi perceber que a terapia com a Bru não fica só na conversa. Ela traz exercícios, reflexões e tarefas que me ajudam a levar o processo pra minha rotina. Isso fez com que eu me sentisse muito mais ativa na minha própria mudança.”
“Eu cheguei na terapia exausta, ansiosa e com a sensação de que eu era o problema. Eu sabia que repetia padrões, sabia que aceitava coisas que não queria mais aceitar, mas não conseguia fazer diferente. Com a Bru, fui entendendo que aquilo não era simplesmente escolha ruim. Era familiar. Era o jeito que eu aprendi a funcionar para não perder vínculo, para evitar conflito, para me sentir minimamente segura. A Terapia do Esquema me ajudou a olhar para isso com profundidade e, aos poucos, construir uma forma mais honesta de viver comigo mesma.”
“Sempre tive a sensação de que meu valor estava ligado ao sucesso das coisas que eu fazia. Se eu estava indo bem profissionalmente ou alcançando resultados, eu me sentia bem. Se não, parecia que eu não era suficiente. Com o passar do tempo e das sessões eu fui percebendo que o ‘sucesso’ que eu buscava não era realmente meu. Eu estava seguindo um padrão que nem fazia tanto sentido para mim. Aos poucos, fui entendendo o significado de sucesso, dentro da minha perspectiva e alinhado aos meus valores e não ao dos outros. Isso mudou completamente a forma como eu me enxergo e como eu levo a minha vida.”
“Eu cheguei para a Bru achando que minha autoestima era baixa porque eu me achava feia. Foi uma surpresa enorme entender que autoestima não tem a ver só com o que você vê no espelho, mas principalmente com a forma como você se comporta. A Bruna é maravilhosa para trabalhar isso. Ela consegue trazer clareza sem ser pesada, e o bom humor dela faz muita diferença. E, ao mesmo tempo, ela não passa a mão na cabeça. Tem momentos em que ela traz uns ‘puxões de orelha’ que fazem muito sentido, sempre com muito cuidado. Dá pra perceber o quanto ela é atenta, empática e realmente envolvida no processo. Isso fez toda a diferença pra mim.”
“Eu comecei a perceber que qualidade de vida não é só não estar mal, mas conseguir se sentir bem na própria vida. A terapia me ajudou a construir isso aos poucos. Hoje eu me sinto mais tranquila, mais conectada comigo e com mais propósito.”
“Cheguei achando que era “só” ansiosa. Minha cabeça não parava, eu vivia em alerta, tentando prever tudo, medir minhas palavras e entender o humor do outro. Ao logo do processo fomos percebendo que essa ansiedade não estava era em vão. Ela fazia muito sentido dentro de um relacionamento onde eu me sentia constantemente invalidada. Entender isso foi muito importante, porque eu parei de olhar para mim como exagerada e comecei a compreender o contexto que estava me deixando sempre hipervigilante. A partir disso, começamos um trabalho de resgate dos meus valores. Eu achava que sabia quais eram, até conseguia nomear, mas na prática eu não conseguia ser fiel a eles. Sempre acabava cedendo, me adaptando, “passando um pano”. Resgatar isso, e, principalmente, começar a sustentar o que faz sentido pra mim, trouxe uma sensação de autonomia que eu nunca tinha experimentado antes. Não é um processo fácil nem rápido, mas é impagável e muito bonito de viver.”
Sou psicóloga (CRP 12/17449), formada pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali), com especialização em Neuropsicologia e em Terapia Cognitivo-Comportamental pela Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.
Atendo exclusivamente mulheres não por oposição aos homens, mas porque a subjetividade feminina é atravessada por práticas que moldam a forma como nos percebemos, nos relacionamos e lidamos com o sofrimento.
Esse contexto produz dores específicas, que vão além das demandas mais tradicionais da clínica e pedem um olhar atento às relações de poder, às expectativas impostas e às violências sutis do cotidiano.
Somos ensinadas a suportar, a silenciar e a nos adaptar ao sofrimento, mas raramente a reconhecer suas causas ou a construir caminhos possíveis para lidar com ele de forma mais consciente e menos solitária.
Mesmo que em alguns momentos eu use termos mais técnicos, a terapia comigo não segue um modelo rígido ou distante. Pelo contrário: eu acredito em uma relação próxima, acessível e sem hierarquias, onde você se sinta segura para falar, questionar e se posicionar.
Se você sentir que o meu trabalho faz sentido para você, vai ser um prazer enorme caminhar ao seu lado no processo psicoterapêutico.
Bruna Kegler CRP 12/17449
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