Existe um motivo por trás do que você sente, de como se cobra e se coloca nas relações

Muitas mulheres acabam concentrando grande parte do seu investimento emocional nos relacionamentos amorosos, e isso não acontece por acaso.

Ao longo da vida, é comum aprender a se organizar a partir do outro, priorizando o vínculo, a manutenção da relação e o cuidado com quem está ao redor, muitas vezes deixando outras áreas em segundo plano e principalmente a si mesma.

Esse funcionamento costuma fazer parte de um padrão que, em algum momento, foi importante. Talvez tenha ajudado a manter vínculos, evitar conflitos ou garantir pertencimento. Mas, hoje, ele pode ter deixado de funcionar da mesma forma e pode estar te levando para o mesmo lugar, com pessoas diferentes.

Quando o relacionamento passa a ocupar um espaço central, qualquer instabilidade nele começa a impactar seu humor, sua autoestima e a forma como você se percebe, não porque você é “intensa demais”, mas porque existe uma lógica interna que sustenta esse movimento.

O que você vive hoje nos seus
relacionamentos não começa no outro.

O que você vive hoje nos seus relacionamentos não começa no outro.

Começa na forma como você aprendeu, ao longo da vida, a se posicionar dentro deles:

na dificuldade de identificar e sustentar limites

no medo de desagradar

no medo de ser rejeitada

no medo de ser abandonada

No dia a dia, isso aparece de formas pequenas, como:

Expressão

Baixa clareza e segurança para compreender, validar e comunicar o que você sente.

Limites

Tendência a se ajustar além do que é saudável, mesmo quando isso te afasta de si mesma.

Vazio

Permanência em relações que não sustentam suas necessidades emocionais,

Pode ser difícil perceber o que causa essa repetição de padrões sozinha.

Mas ter essa consciência faz com que você desperte a sua potência para além do relacionamento.

Esse processo envolve
compreender, com mais precisão:

Uma mulher que se reconecta com seu potencial através do autoconhecimento:

A psicoterapia é um espaço para você entender, com mais precisão, como seus padrões se formaram e como operam hoje nas suas relações, nas suas reações e na forma como você se posiciona.

Sem esse nível de compreensão, é comum continuar repetindo dinâmicas conhecidas, mesmo quando você já percebe que elas te fazem mal.

Com o processo, você desenvolve mais autonomia, fortalece sua autoestima, constrói um senso de pertencimento mais sólido e passa a se posicionar com mais clareza, construindo relações mais saudáveis.

Um processo para entender e transformar padrões

Minha atuação é fundamentada principalmente na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na Terapia do Esquema (TE).

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) te ajuda a entender como você interpreta o que vive e como isso influencia o que você sente e a forma como você age. Muitas vezes, reagimos no automático, sem perceber os pensamentos que sustentam nossas emoções. Na TCC, você aprende a identificar esses padrões e desenvolver formas mais claras e saudáveis de lidar com o dia a dia.

A Terapia do Esquema (TE) aprofunda esse trabalho ao investigar padrões mais antigos, construídos principalmente nas primeiras relações com os cuidadores. Esses padrões, chamados de esquemas, foram formas de adaptação, estratégias que fizeram sentido naquele contexto para lidar com o que você viveu. O ponto é que, hoje, eles podem continuar se repetindo mesmo quando já não são mais funcionais.

Bruna Kegler

Sou psicóloga (CRP 12/17449), formada pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali), com especialização em Neuropsicologia e em Terapia Cognitivo-Comportamental pela Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.

Atendo exclusivamente mulheres não por oposição aos homens, mas porque a subjetividade feminina é atravessada por práticas que moldam a forma como nos percebemos, nos relacionamos e lidamos com o sofrimento.

Esse contexto produz dores específicas, que vão além das demandas mais tradicionais da clínica e pedem um olhar atento às relações de poder, às expectativas impostas e às violências sutis do cotidiano.

Somos ensinadas a suportar, a silenciar e a nos adaptar ao sofrimento, mas raramente a reconhecer suas causas ou a construir caminhos possíveis para lidar com ele de forma mais consciente e menos solitária.

Mesmo que em alguns momentos eu use termos mais técnicos, a terapia comigo não segue um modelo rígido ou distante. Pelo contrário: eu acredito em uma relação próxima, acessível e sem hierarquias, onde você se sinta segura para falar, questionar e se posicionar.

Se você sentir que o meu trabalho faz sentido para você, vai ser um prazer enorme caminhar ao seu lado no processo psicoterapêutico.

Bruna Kegler CRP 12/17449

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